Em 18 de junho de 2026, seu último dia como Diretora de Inteligência Nacional (DNI), Tulsi Gabbard deu um golpe fatal no silêncio que protegia o Dr. Anthony Fauci. Através da desclassificação de centenas de documentos e comunicações inéditas, o “Deep State” foi forçado a revelar como Fauci não apenas presidiu o início da pandemia, mas coordenou um esquema sistêmico para esconder sua culpabilidade.
O que os documentos revelam não é apenas erro de julgamento; eles apontam para uma teia de mentiras ao Congresso, fraude científica e abuso de poder.
1. Financiamento Ilegal de Pesquisas Perigosas
Os registros confirmam que, como chefe do NIAID, Fauci destinou milhões de dólares dos contribuintes americanos para financiar pesquisas de “ganho de função” (GoF) em coronavírus de morcegos no Instituto de Virologia de Wuhan (WIV).
Embora Fauci tenha negado repetidamente sob juramento que o NIH financiou tal prática, documentos do Pentágono revelam que a DARPA rejeitou uma proposta da EcoHealth Alliance em 2018 (Projeto DEFUSE) justamente por ser “GoF perigosa” e violar moratórias de segurança. Mesmo com o alerta do Departamento de Defesa, o NIAID de Fauci seguiu adiante com o financiamento em Wuhan.
2. Perjúrio e Mentiras ao Congresso
A prova mais contundente do dossiê é a evidência de que Fauci mentiu sob juramento em 2024. Naquela ocasião, ele afirmou ao Subcomitê da Câmara que nunca discutiu pesquisas virais com agências de inteligência.
A correspondência agora liberada contradiz diretamente esse depoimento. Os registros mostram que Fauci participou de briefings diretos com a CIA e o NSC em junho de 2021, onde ofereceu opiniões técnicas detalhadas para moldar a narrativa sobre as origens do vírus.
3. Obstrução de Justiça e Destruição de Registros Federais
Investigações do Senado, lideradas por Rand Paul, obtiveram e-mails onde Fauci instruía funcionários do NIH a deletar mensagens para evitar o escrutínio da Lei de Liberdade de Informação (FOIA).
Em 2 de fevereiro de 2020, ele escreveu ao diretor do NIH: “Por favor, delete este e-mail após lê-lo”.
Fauci foi acusado de usar e-mails pessoais e canais criptografados para discutir assuntos oficiais, uma violação direta das leis de registros federais.
4. Manipulação de Inteligência e Fraude Científica
Fauci criou um “ciclo de relatórios circulares” para fabricar um falso consenso científico. Ele:
Coagiu cientistas: Convenceu pesquisadores que privadamente acreditavam na origem laboratorial a defenderem publicamente a tese de origem natural.
Plantou evidências: Promoveu um artigo “fraudulento” (conhecido como Proximal Origin), cuja publicação ele mesmo incentivou, para que a Comunidade de Inteligência o usasse como base para refutar a tese do vazamento de laboratório.
Comprou o silêncio: Analistas da CIA teriam recebido “incentivos monetários significativos” para mudar suas conclusões de “vazamento de laboratório” para “origem natural” após a intervenção de Fauci e lideranças politizadas.
5. Retaliação contra Denunciantes
O “manual do Deep State” de Fauci incluiu a destruição de carreiras. Whistleblowers relatam que analistas que ousaram apoiar a hipótese do laboratório enfrentaram ameaças de demissão e estagnação profissional. Um prestador de serviços chegou a ser demitido apenas alguns dias após se apresentar ao ODNI para denunciar a manipulação de informações.
Conclusão: É Hora de Justiça
As revelações de Tulsi Gabbard mostram que Fauci não agiu sozinho, mas como o pivô de uma engrenagem que minou um presidente eleito e restringiu o acesso do povo a fatos vitais para proteger interesses da “Big Pharma” e vacinas de trilhões de dólares.
O povo americano e o mundo merecem transparência. Estes documentos não são apenas história; são evidências para um julgamento.
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As referências numeradas indicam documentos oficiais do ODNI e testemunhos do Congresso agora disponíveis ao público.
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